Quando o bebê vai mexer pela primeira vez?

21 de maio de 2012


Eu lembro como se fosse hoje da primeira vez que o Gu e o Gui mexeram na minha barriga. Era um dos momentos que eu mais esperava!!! Uma sensação e uma emoção louca!! No final eles mexiam tanto que até me acordavam durante a noite…

 

E qual grávida não fica na torcida para sentir os movimentos do bebê na barriga. A expectativa é ainda maior para as mães de primeira viagem porque não sabem como será. “As primeiras mexidas podem ser confundidas com gases, ronco no estômago ou uma leve cólica, mas logo a mãe percebe que é algo que se movimenta abaixo do umbigo”, afirma o ginecologista e obstetra Djalma da Cruz Gouveia.

Quando o bebê mexe, a gravidez se torna concreta para a mãe, mesmo que já estivesse comprovadíssima nos exames de ultra-som. “Ao sentir os movimentos do feto, a grávida se reassegura de sua presença. Esse momento é especial para reforçar o vínculo entre mãe e filho”, afirma a psicóloga Ana Merzel.

Na segunda gravidez, fica mais fácil identificar as mexidas do bebê. Mulheres acima do peso podem ter mais dificuldade para sentir o bebê mexer porque a camada de gordura na região do abdômen dificulta a percepção.

Primeiros movimentos

Você não sente, mas seu bebê pode estar se mexendo no útero a partir da 10ª semana de vida. Antes disso, fazia movimentos, mas ainda não tinha o esboço de braços e pernas que agora possui. Você não percebe porque a quantidade de líquido amniótico que envolve o feto (cerca de meio litro) é muito maior do que seus 2,5 centímetros de comprimento e 3 gramas de peso. É entre a 18ª e a 20ª semana que as primeiras sensações de movimentos do bebê — então com cerca de 18 centímetros e 500 gramas — chegam para a maioria das mães.

Nesse início, a percepção é de um movimento suave. “Em geral, as mães o descrevem como algo que passa de um lado para outro dentro da barriga, como se fosse um peixe nadando, ou então como pequenas explosões”, diz o ginecologista Walter Banduk Seguim. Segundo ele, a sensação vem mais do deslocamento da água que o feto provoca do que dos choques com o organismo materno. “Só cerca de 3 a 4 semanas depois é que a mãe sente o que descreve como chute do bebê. E não é necessariamente um chute. Pode ser um soco ou uma cabeçada”, diz.

Espreguiçadelas

O amadurecimento do sistema nervoso do feto é que determina a coordenação de suas ações, como levar a mão ao nariz, à boca, ao olho, piscar ou engolir. Por volta da 24ª semana, um movimento que começa a ficar frequente é o espreguiçar. O bebê estira os braços e as pernas várias vezes, como um exercício para fortalecer os músculos. “À medida que as espreguiçadelas se tornam mais definidas, aparece na barriga da grávida um calombinho. Em geral, é o calcanhar do bebê”, diz Seguim. Em torno da 32ª semana da gravidez, segundo os especialistas, muitas grávidas têm a sensação de outro movimento, que se repete um após outro, lembrando um soluço. “É o bebê simulando a respiração. Embora esteja num meio líquido e não use os pulmões, ele movimenta a musculatura respiratória como num treino”, afirma Seguim.

De olho no ritmo

Assim que os movimentos do bebê se tornam perceptíveis, os médicos recomendam às mães ficarem atentas ao seu ritmo. “Isso é especialmente importante para a mulher que apresenta uma gestação de risco, como a grávida hipertensa ou com diabete, pois a diminuição dos movimentos pode ser um sinal de má oxigenação fetal”, esclarece Seguim. O ritmo das mexidas, segundo ele, mostra-se mais preciso a partir da 34ª semana, quando se estima que a grávida sinta de sete a oito grandes movimentos do bebê por hora. Alguns bebês mexem muito e outros, pouco. Por isso não adianta ficar comparando o ritmo do seu bebê com o de outras gestantes. Para descobrir qual é o ritmo do seu filho, faça o seguinte: durante três noites, ao deitar-se, procure prestar atenção só no bebê, sem se distrair. “A mãe vai notar um padrão de movimentos e assim perceberá quando o filho está mexendo mais ou menos”, diz Seguim.

Segundo os especialistas, as mães também costumam notar que ele se agita mais quando conversam com o filho ou quando alguém de quem gostam se aproxima. “Nesses momentos, o bebê é estimulado pela liberação de hormônios da mãe. Ele se movimenta pela ação da adrenalina ou se tranquiliza por causa da endorfina”, afirma Gouveia. Uma outra relação que as gestantes costumam fazer é que o filho parece chutar mais à noite, quando elas dormem. “A grávida é que sente mais as mexidas quando está deitada e relaxada. O bebê não tem percepção de dia ou noite. Ele dorme quase o dia inteiro, o que não significa que fique quieto. Há fases no sono em que há superagitação”, diz Seguim. Ele lembra que as mães têm ainda a impressão de que os bebês mexem menos quando uma mão fria pousa em suas barrigas. “A percepção do movimento é que diminui, porque a musculatura da barriga se contrai”, esclarece.

Hora do encaixe

Enquanto seu tamanho é menor que o diâmetro uterino, o bebê pode dar milhares de voltas na barriga. Mas como a cabeça é a parte mais pesada do seu corpo, por ação da gravidade, ele costuma ficar de cabeça para baixo. “É uma característica de 96% dos bebês. Os outros 4% ficam sentados”, diz Seguim. Essa movimentação costuma ocorrer 15 dias antes do parto, ou a partir da 38ª semana. “A barriga abaixa e a gestante nota que respira melhor e consegue comer sem se sentir tão cheia”, diz o médico. A partir daí, os chutes de seu filho diminuem. Ele está concentrado nos últimos momentos para fazer seu gol de placa.

Demais, né??
E o enxoval, vocês já sabem onde fazer, né?? Na POSH LITTLE
Fonte: Crescer

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12 sinais clássicos de gravidez!

18 de maio de 2012


Acho que esta é uma lista que estava faltando no nosso blog!!!! Encontrei hoje no site da Revista Crescer, e adorei!!!

Será que estou grávida?” “Melhor comprar um teste de farmácia ou fazer um exame de sangue?”. Se está em dúvida se deve realmente procurar um método para confirmar uma possível gravidez, fique atenta: além do atraso menstrual existem sintomas clássicos que dão a dica de um possível diagnóstico positivo. Confira:

 

 

1) Dores de cabeça

O aumento do volume de sangue pode acabar gerando dores de cabeça durante as primeira s semanas da gravidez.

2) Corrimento escuro

Muitas mulheres realmente acreditam que estão menstruando quando, na verdade, estão com uma espécie de corrimento completamente normal durante os primeiros dias da gravidez. Menos intenso e mais claro que o sangue da menstruação, é sinal da preparação do corpo para receber o bebê em desenvolvimento.

3) Escurecimento dos mamilos

Os hormônios liberados pela gravidez também agem nas células responsáveis pela coloração dos mamilos, tornando-os mais escuros que de costume. Mulheres morenas ou negras podem demorar um pouco mais par perceberem este sintoma.

4) Cólicas

Álgumas mulheres podem sentir cólicas como se estivessem prestes a menstruar. Isto na verdade é um sinal de que o útero está se preparando para a expansão que sofrerá ao longo da gravidez.

5) Enjôo matinal

A náusea varia de intensidade de grávida para grávida, mas o que ninguém discute é o fato de ela ser extremamente desagradável. Esse sintoma pode ser minimizado com a ajuda de algumas frutas (como abacaxi, kiwi, laranja, limão e água de coco), além de não ficar mais de três horas em jejum.

6) Seios e corpo inchados e doloridos

Durante a gravidez, existe um aumento na quantidade de sangue e líquidos no organismo em geral. O tecido dos seios é extremamente sensível às mudanças hormonais. O sistema circulatório sofre uma alteração e, quando não dá conta, gera o problema. O crescimento do útero, que acompanha o desenvolvimento do bebê e comprime os vasos da região pélvica, também prejudica a circulação. A dificuldade é que, no verão, todo esse processo tende a ficar mais lento ainda e aumenta o inchaço. Para evitar o desconforto, a grávida deve praticar atividade física regular em locais e horários mais frescos do dia, não ganhar peso exessivamente, aumentar a ingestão de proteínas na dieta e hidratar-se.

7) Aumento da vontade de fazer xixi

Se tem uma coisa que acontece com a grávida desde o início é o aumento das idas ao banheiro. Há duas explicações. Uma é que, com o aumento de líquido circulando pelo corpo, os rins aceleram seu funcionamento, eliminando mais resíduos. A outra é que o crescimento do útero faz pressão contra a bexiga, que não consegue reter a urina. Essa pressão diminui a partir do quarto mês, quando o útero atinge a cavidade abdominal. Uma saída é inclinar-se para frente na hora de ir ao banheiro, para esvaziar totalmente a bexiga, reduzindo as idas ao banheiro.

8 ) Sonolência em excesso

O excesso de hormônios circulando e o metabolismo mais lento deixam a grávida com sono. Repousar após as refeições é o ideal. No trabalho não dá para fazer isso, mas procure uma cadeira confortável e leia um pouco antes de retomar suas atividades.Tente colocar um travesseiro alto na cabeça e outro entre as pernas para dar um apoio. Usar algo embaixo da barriga, para sustentar seu peso, também traz conforto. Do lado direito do abdome passa a veia cava inferior, que é grossa e traz bastante sangue de volta ao coração. No final da gravidez, quando a barriga já está grande, o peso do útero pode comprimir essa veia, provocando falta de ar, por isso os obstetras recomendam deitar-se sobre o lado esquerdo. Há grávidas que não sentem nenhum incômodo de barriga para cima. Nesse caso, tudo bem. No entanto, a posição não é aconselhável para gestantes com hipertensão (pressão alta) ou hipotensão (pressão baixa). Um banho quente antes de dormir também ajuda a relaxar.

9) Alterações de humor

Na gravidez, a mudança repentina de humor é tão inevitável quanto o crescimento da barriga. Essa montanha-russa de emoções tem razões fisiológicas e emocionais. O desequilíbrio hormonal, por exemplo, pode ter um efeito depressivo sobre as gestantes. Além disso, medo e ansiedade também influenciam os sentimentos da grávida. O resultado são crises de choro diante de comerciais de sabão em pó, mas não é preciso se sentir culpada por estar tão sensível. ‘Os próprios sintomas da gravidez alteram o humor da mulher e vice-versa’, conclui o obstetra Marco Antonio Lenci. O que fazer? Ser otimista é a melhor saída para enfrentar os nove meses.

10) Prisão de ventre

Pesquisas mostram que a constipação afeta cerca de 40% das gestantes, e isso ocorre porque as alterações hormonais deixam o intestino mais lento. O aumento no volume do útero com o desenvolvimento do bebê acaba exercendo também pressão sobre os intestinos, dificultando seu funcionamento normal.

As frutas contribuem para o alívio da constipação, já que muitas delas são compostas por fibras. Mas é importante ingerir outras fontes de fibra, como grãos integrais, feijões e legumes. Beber muita água também umedece as fezes e facilita sua eliminação. Quem não gosta muito de tomar água pura pode colocar uma rodelinha de limão, laranja ou umas folhas de hortelã no copo, para dar um sabor especial. Outra boa ideia é deixar ameixas-pretas em uma jarra com água e beber dois ou três copos por dia.

11) Vômitos

Algumas mulheres enjoam e vomitam nos primeiros meses da gravidez, sintomas que os médicos costumam atribuir a fatores hormonais ou psicológicos. Mas eles se tornam sinais de alerta quando o quadro é contínuo: a náusea é quase permanente e os vômitos se repetem após todas as refeições, caracterizando a hiperêmese gravídica, que atinge menos de 0,5% das grávidas. “Por vomitar todas as vezes que ingere um alimento ou líquido, a gestante pode sofrer de desidratação e desnutrição. Em casos raríssimos acontece o óbito”, explica Luiz Roberto Zitron, obstetra do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O maior perigo da hiperêmese gravídica é o desenvolvimento do bebê ser prejudicado por uma deficiência de nutrientes na gestante. Esse risco é combatido com medicamentos contra náuseas por via oral ou intramuscular, dieta especial e suplementos alimentares. 

12) Desejos estranhos

O passar do tempo parece aumentar o desejo das grávidas. Uma pesquisa realizada pela Universidade da Grã-Bretanha mostra que as gestantes de hoje em dia sentem mais vontade que as de antigamente. Foram entrevistadas 2,2 mil mulheres. Dessas, 75% afirmaram ter desejos alimentares. A sondagem foi conduzida pelo site Gurgle.com, especializado em maternidade. De acordo com o site, há 50 anos um estudo similar constatou que apenas 30% das grávidas tinham vontades súbitas.

 

E vocês sentiram tudo isso? Estão preparadas para sentir…

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Festa tema golf!

17 de maio de 2012


Uma coisa que eu AMO são festas com temas inusitados! Acho bacana, original e marcante!!! O tipo da coisa que ninguém esquece. Por tudo isso, sempre que encontro festas deste estilo post aqui no blog para inspirar vocês!!!

 

Ah, não se esqueçam que nós não fazemos festas, só vendemos as roupas dos aniversariantes – aqui na NOSSA LOJA!

 

Curtiram???

Bjo gde!

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Sugestões de Looks de incríveis de inverno

16 de maio de 2012


Montamos esses looks super bacanas para vocês se inspirarem!!!

 

Tudo disponível na nossa loja:

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Nutricionista ensina a preparar sobremesas simples e saborosas para o bebê

15 de maio de 2012


Vi este post no UOL e achei super bacana para nós mamães – tudo fácil e muito bem recomendado!

 

Pediatras defendem que a melhor papinha para o bebê é aquela preparada em casa pelos pais. Só assim você conhece a origem dos ingredientes e pode dar o alimento fresquinho e cheio de nutrientes para a criança. Quanto menos industrializados você oferecer para o seu filho, menor a chance de problemas nutricionais, como obesidade e desnutrição. E quando o assunto é sobremesa? O que as crianças podem comer? “É importante oferecer alimentos que não tenham açúcar em excesso e dar prioridade a frutas ou gelatinas”, afirma o pediatra Francisco Lembo Neto, coordenador do núcleo de pediatria do Hospital Samaritano de São Paulo. “Temos o costume de adicionar açúcar em tudo, mas ele não é nutritivo, substitui a proteína, que é essencial na fase de crescimento, e ainda se transforma em gordura, podendo levar à obesidade”.

O açúcar não deve ser oferecido aos bebês de até dois anos. Mas depois dessa idade não é preciso eliminá-lo completamente da dieta: ele deve ser consumido em pequenas quantidades e em raros momentos. O leite condensado, por exemplo, tem uma quantidade enorme de açúcar, por isso deve ser evitado. Mas tudo bem oferecê-lo a uma criança de dois anos uma vez por mês, desde que ela não exagere.

Para ajudar as mamães, a nutricionista Mara Cristina Miranda, do Empório da Papinha, elaborou sobremesas saborosas e nutritivas para os bebês. Mais saudáveis, as papinhas de frutas podem ser servidas diariamente. É importante que sejam preparadas em quantidades pequenas e consumidas no mesmo dia para que tenham mais nutrientes.

 

Papa de Manga

 

Recomendada para: bebês a partir de seis meses

Rendimento: 1 porção

Ingredientes:
Uma manga média

Uma xícara de chá de água

Modo de preparo:

Lave a manga e descasque-a. Corte-a em pedaços e coloque em uma panela. Acrescente a água. Deixe cozinhar em fogo baixo e bata em um liquidificador ou mixer. Deixe esfriar.

 

Sorvete de laranja com cenouras

 

Recomendado para: crianças a partir de um ano

Rendimento: 4 porções

Ingredientes:

300g de chocolate branco sem adição de açúcar picado

2 cenouras médias picadas

2 laranjas (faça um suco com as duas)

1 lata de creme de leite

Modo de preparo:

Derreta o chocolate. No liquidificador, bata as cenouras com o suco de laranja até formar uma pasta e passe pela peneira.  Bata o chocolate derretido com o creme de leite no liquidificador por, aproximadamente, cinco minutos. Misture com a pasta de laranja e cenoura e leve ao freezer por um período de quatro a seis horas. No momento de servir, coloque em taças.

 

 

 

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10 coisas sobre o Dia das Mães

13 de maio de 2012


1) um dia para agradecer aquela que abriu mão de tudo para cuidar de você

2) um dia para comemorar

3) um dia para presentear – e, as vezes, um belo texto pode ser mais valioso do que qualquer presente

4) um dia para rezar – e pedir a Deus que proteja nossa mãe

5) um dia para passar bem juntinho dela

6) para abraçar

7) para se orgulhar de ter uma mãe tão maravilhosa, um exemplo de vida

8 ) um dia para relembrar os bons momentos

9) um dia para demonstrar explicitamente o AMOR

10) para dizer EU TE AMO MUUUUUITO MAMÃE!

 

Obrigada por tudo e por tanto MÃE!!!!

Obrigada por tanto apoio, carinho, amor, exemplos… TUDO MESMO.

 

Eu e os meninos não temos nem palavras para agradecer!

AMAMOS MUITO VOCÊ!!!

 

 

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Vencedoras da Promoção Dia das Mães Posh Little

12 de maio de 2012


Recebemos muitas respostas excelentes e tivemos muita dificuldade para definir as 10 vencedoras.
Depois de muita análise seguem os 10 vencedores!!!
Parabéns e FELIZ DIA DAS MÃES!!!!!
Os vencedores receberão email para que passem os dados de entrega das corujinhas!
ROSEANA OLIVEIRA

O que mais me agradou foi a delicadeza com que tudo é mostrado,a clareza das imagens e o cuidado com os clientes

ANDREA CHARAN

Adorei os produtos bem destacados e achei fácil de encontrar o que busquei. Sou ligada na internet, mas gosto sempre de ganhar tempo. Sensacional!

Tudo é Posh. Os produtos, o design, o site. Não tem o que comparar, até porque não existe outro igual.

PRISCILA TORRES

Navegando na The Posh Little Store, o que mais me agradou foi ver o carinho e o cuidado com que são escolhidos os produtos que nos são apesentados.
Isso faz toda a diferença!

LUCILENE MARTINS

Roupas modernas, diferenciadas e exclusivas, além de ótimos preços agradam mamães e deixam seus filhos ainda mais lindos!Uma loja feita com amor “de mãe”.Parabéns Posh Little!!

MICHELI PEREIRA

Navegando na POSH LITTLE o que mais me agradou é o carinho com que tudo é feito, cada roupa tem o seu encanto, assim como o amor de mãe!

LEA FLORENTINO

É show!!!Uma loja que realiza sonhos ao apresentar produtos modernos, chiques, charmosos e acima de tudo “praticidade” na efetivação das compras.

CAROLINA DACUNTO

T em coisas que nos surpreendem,
H oje descobri coisas legais,
E muito interessantes.

P ôxa, vcs não sabem
O quanto fiquei
S uper feliz por
H oje ter encontrado esse

L indo site com coisas
I ncríveis, legais e
T otalmente diferentes e onde
T em tudo o que uma mãe precisa e
L ogo se identifica,
E diferente dos

S ites de vendas que
T emos por ai,
O Posh Little é
R ealmente incrível e
E xtraordinario!!!!

RUTH GUIMARÃES

Adorei a loja. Os produtos são divulgados de forma interativa, com boas fotos, nítidas, que mostram a sua qualidade e beleza. As campanhas são envolventes e mexem com o nosso sentimento de mãe. Continuem assim. Parábens.

LAINNA

O que mais agrada na theposhlittlestore é perceber que em cada item da seleta disponibilidade de produtos existe um toque de carinho de mãe… Que mamãe não deseja todos esses mimos aos seus filhotes? Quero tudo!… Parabéns!

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O Anjo que cuida das crianças…

11 de maio de 2012


Prepare-se você vai se emocionar.

Uma homenagem para todas as mamães e, principalmente para a MINHA!!!!!

 

Uma criança pronta para nascer pergunta a Deus:

“Como eu vou viver sendo assim pequeno e indefeso?
“Deus disse: “Eu escolhi um anjo para você. Estará lhe esperando e tomará conta de você.”
Criança: “Aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?”
Deus: “Seu anjo cantará e sorrirá para você… A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.”
Criança: “Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?”
Deus: “Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar.”
Criança: “E o que farei quando eu quiser lhe falar?”
Deus: “Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.”
Criança: “Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?”
Deus: “Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.”
Nesse momento é chegada a hora do nascimento.A criança, apressada, pediu suavemente:
“Deus, eu estou no ponto de ir agora, diga-me por favor, o nome do meu anjo.”
E Deus respondeu:
“Você a chamará de MÃE”.
Lindo e verdadeiro, né?

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A mãe órfã – por Eliane Brum

11 de maio de 2012


De arrepiar. Eu, pessoalmente, passei muito perto disso, mas fui muito abençoada e Deus permitiu que meu Gui sobrevivesse e deixasse nossas vidas plenas de amor e felicidade.

 

Vale ler e se emocionar até a última linha!

“Nesta semana, publiquei uma reportagem na revista impressa chamada “O filho possível”. Eu e o fotógrafo Marcelo Min contamos a história – e as histórias – de uma UTI neonatal que também cuida dos pais. A Divisão de Neonatologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism), da Universidade de Campinas (Unicamp), é talvez o único berçário do Brasil que pratica os cuidados paliativos. Como toda unidade neonatal, trabalha com algo ao mesmo tempo terrível e delicado: a morte de quem acabou de nascer. O fim abrupto de uma vida que existia no imenso desejo dos pais – e que não teve tempo de se realizar.
     Na maioria das unidades neonatais do país, como na maioria dos hospitais gerais, os profissionais acreditam que seu trabalho termina quando não há como curar um paciente. Na neonatologia do Caism, a equipe de saúde acredita que cuidar da saúde é bem mais do que curar. Muitas vezes não dá para curar. Mas sempre dá para cuidar. E cuidar também salva.
Salva a vida breve do bebê que se vai, ao empreender todos os esforços para que não sinta dor, ao suspender qualquer tratamento invasivo e desnecessário, ao permitir que fique no colo da mãe, do pai, da avó. E salva a vida dos que ficam, ao compreender a dimensão dessa perda para cada família. Ao cuidar com delicadeza dessa morte – e do luto.
Essa prática de saúde entra oficialmente na agenda da medicina brasileira nesta semana. O novo Código de Ética Médica inclui os cuidados paliativos entre as normas que devem ser seguidas pelos médicos no exercício da profissão. É o início de um caminho de retorno a uma medicina que enxerga uma pessoa – e não uma doença. Capaz de reconhecer limites e suspender procedimentos invasivos quando eles só servem para causar dor aos pacientes ou lhes roubar a consciência. Os profissionais perdem onipotência – e ganham humanidade.
Os cuidados paliativos surgiram na Inglaterra nos anos 60. No Brasil, é um movimento cada vez mais forte, levado adiante por um punhado de médicos, psicólogos e enfermeiros idealistas, mas ainda distante do cotidiano da maioria dos hospitais. As equipes que trabalham nessa perspectiva cuidam, em geral, de pacientes adultos com câncer e outras doenças com escassas chances de cura.
Em unidades neonatais, é uma raridade. Se é difícil enfrentar a morte no fim da vida, o fim da vida logo no início é dor condenada ao silêncio. A forma que a sociedade encontra para mascarar seu horror é minimizar a importância dessa perda, dizendo às mães variações de frases como estas: “Não se preocupe, logo você vai ter outro filho” ou “Ainda bem que não deu tempo de se apegar, assim você supera rápido”.
O que pouca gente parece compreender é que a vida do bebê, para os pais, não começou no seu nascimento. Iniciou muito antes, quando aquele casal sonhou com um filho, concebeu sua existência. E nele depositou suas melhores esperanças e desejos de continuidade. É uma vida muito mais longa do que horas, dias, semanas, meses. Antes de um bebê existir como indivíduo, para os pais ele já é. E é da forma mais cara para os humanos – como desejo. Quando tudo isso é arrebentado por uma morte precoce, se a família não é bem cuidada, ela se arrebenta inteira.
Para fazer a reportagem, acompanhei famílias nesse processo da doença e da perda. Escutei também mães e pais depois de alguns anos dessa tragédia pessoal. Queria compreender esse momento para poder dar aos leitores a dimensão da importância de cuidar bem do luto. E entender a diferença que a prática dos cuidados paliativos pode fazer nesse fim precoce da vida. O que significa para uma família sepultar um bebê e como uma equipe de saúde pode ajudá-la a seguir adiante.
Na reportagem, contei a história de outros. Aqui, conto a minha. Acredito que nós, repórteres, que pedimos aos outros a generosidade de compartilhar suas histórias mais íntimas e dolorosas com o mundo, temos de ter a grandeza de nos expor em nossa própria humanidade doída. É o exercício que faço algumas vezes nesta coluna.
Algumas pessoas acham que me exponho demais. Eu sempre pedi aos outros que se expusessem demais. Não saberia como continuar fazendo este pedido se não fosse capaz de retribuir a generosidade. Não faço pedidos que não possa fazer a mim mesma. Não peço a ninguém algo que eu mesma não possa dar. É como estabeleci meus limites na profissão.
Sou filha de uma família profundamente marcada pelo luto de uma morte precoce. Minha irmã, a terceira filha dos meus pais, depois de dois meninos, morreu aos cinco meses. Sobre esse momento, minha mãe sempre diz. “Eu chamei o pai para vê-la brincando no banho à tarde. À noite ela estava com febre e com manchas pelo corpo. No outro dia, estava morta”.
Acho que hoje, prestes a completar 75 anos, minha mãe ainda não compreende como é possível perder uma filha assim. Ainda mantém no rosto aquela expressão confusa, de alguém que, de repente, teve uma parte de si mesma roubada com uma violência desproporcional. No velório, ela surpreendia a si mesma olhando no relógio para ver se não estava na hora da mamadeira. Só então se dava conta de que era seu bebê que estava no caixão.
Minha irmã esteve neste mundo, de fato, por cinco meses – mas sua morte vive com minha mãe e com todos nós há quase cinco décadas. Eu fui a quarta e última filha. Não conheci minha irmã. Para mim, ela sempre pareceu mais viva do qualquer outra pessoa. Penso, com tudo o que sei hoje, que esta presença tão forte foi causada por um luto insepulto. Minha irmã morreu de meningite meningocócica. Mas o diagnóstico só chegou dez anos depois de sua morte. Até então, os médicos não entendiam o que a havia matado. De repente, tão rápido.
Minha mãe passou anos se perguntando o que havia feito de errado. Hoje, ao conversar com mães que perderam seus bebês, percebo que elas também se perguntaram. E se culparam. Só superaram porque tiveram a sorte de encontrar profissionais conscientes de seu lugar nesse luto. Uma das missões mais importantes de uma boa equipe de saúde é exatamente dar acesso a todos os exames e a toda possibilidade de investigação, para que não paire nenhuma dúvida sobre o diagnóstico. Esclarecer a causa da morte com o maior número de informações qualificadas é fundamental para que a perda possa ser superada. E que culpas infundadas não se instalem como pedras pelo resto da vida.
Em Ijuí, no início dos anos 60, os médicos não tinham nenhuma ideia do que havia acontecido com minha irmã. E a cidade pequena, como a literatura conta tão bem, pode ser o mais cruel dos mundos diante da fragilidade do outro. Logo circularam pela cidade as mais variadas versões sobre o que tinha matado minha irmã. Em uma delas, minha mãe havia deixado leite estragado na mamadeira. Como se não bastasse toda a dor e as perguntas sem respostas, minha mãe era apontada como culpada por alguns. Permaneceu mais de um ano em depressão profunda.
Quando o diagnóstico finalmente chegou, já era tarde para preencher o buraco que se abriu dentro dela. E nós, que sobrevivemos, estávamos acostumados demais a conviver com uma filha para sempre perfeita que, infelizmente, nunca teve a chance de errar. A dor dos irmãos daquele que morre ainda é um capítulo nebuloso na história do luto. Ainda hoje, eles são esquecidos na hora de cuidar da família. Nasci com a missão impossível de apagar a dor da minha mãe, de todos. Logo eu, tão imperfeita. Passei boa parte da vida culpada por fracassar e sobreviver.
Acho que só agora, depois desta reportagem, compreendo minha mãe por inteiro. Ela foi massacrada demais para ter a chance de sepultar minha irmã. Da forma que lhe foi possível, empreendeu seus melhores esforços para mantê-la viva. O que aconteceu com nossa família ainda acontece muito nos dias de hoje, nas pequenas e nas grandes cidades. Acontece sempre que a dimensão dessa perda não é compreendida ou tratada. Sempre que uma equipe de saúde se equivoca – e pensa que seu trabalho acaba quando o bebê morre, apesar de todos os esforços de cura.
Numa visão mais larga da saúde, a função de uma equipe é ajudar essa família a sepultar – também simbolicamente – esse bebê. É importante que essa vida seja não esquecida – mas lembrada como uma história que, apesar de curta, teve bons e maus momentos, como todas as vidas. Lembrada em fotos e recordações como parte da trajetória daquela família. Uma trajetória que segue.
Para isso, é necessário abarcar a dimensão dessa perda. Passei parte da minha vida sem entender como alguém que só tinha vivido cinco meses, que morreu antes de falar uma única palavra, pudesse ser tão importante. Quando, depois de adulta, testemunhei amigas que perderam seus bebês, ainda na gravidez, também não entendia por que sofriam tanto. Afinal, aquela criança nem tinha existido.
Só agora alcanço o tamanho da minha ignorância. A vida de um bebê começa sempre muito antes, na cabeça de cada pai, de cada mãe. E inicia por suas mais caras esperanças. Quando termina, é óbvio que só pode ser avassalador. Se esses pais, essa família, não forem cuidados, perdem partes essenciais de si mesmos – partes sem as quais não conseguem viver por inteiro.
Sempre acreditei que meu pai havia sofrido menos que minha mãe por essa morte. Ele raramente falava no assunto. Minha irmã não parecia tão presente em sua vida, o que me dava enorme alívio. Há dois anos, resolvi registrar a história dos meus pais. Eles me contam a vida, eu gravo. Tenho feito descobertas extraordinárias nesse processo. Uma delas foi a dor do meu pai.
Ele me contou, rosto contraído e voz embargada, que o maior sofrimento de sua vida foi a morte da minha irmã. Fiquei paralisada. Aquele homem, que ficara órfão de pai e mãe antes dos 15 anos, que havia perdido quatro irmãos ainda na infância, me dizia que a maior dor de sua vida foi perder seu bebê.
Só então comecei a compreender. Ao fazer esta reportagem, testemunhei o lugar ambíguo dos homens na morte de um bebê. Há um reconhecimento social de que, por ter gerado, a mulher é, se não a única, a maior sofredora. Muitas vezes seu sofrimento é tão aniquilador que não deixa espaço para a dor do homem, do pai daquele bebê.
O homem, que foi educado para suportar a dor em silêncio, para proteger a mulher, para ser o provedor e o esteio – e ainda hoje estes papéis são mais cimentados do que parece – aceita esse lugar menor no luto. Como dor não se joga para debaixo do tapete impunemente, essa incompreensão mútua costuma gerar muita confusão e conflitos. E às vezes até o fim do casamento.
Acho que meu pai, à sua maneira, deu um lugar para essa morte, para o seu luto. Ele tem uma caixinha de madeira, com chave, bem antiga, onde mantém a salvo pequenas preciosidades de uma vida inteira. Dia desses descobri que lá dentro, junto com as medalhas do colégio, ele guarda a participação de falecimento da minha irmã. Impecavelmente recortada e até hoje em perfeito estado, como tudo que é dele. Minha irmã é lembrança, parte de sua travessia.
Ao terminar esse texto, enviei aos meus pais para que eles me autorizassem a contar uma história que também é minha – mas é deles. Algumas horas depois meu pai me ligou. Profundamente comovido, ele queria me contar um pouco mais. Para que eu pudesse alcançar. “Na noite após o enterro houve um temporal terrível em Ijuí, com raios e trovões”, disse. “Nós queríamos protegê-la e não podíamos. Ela estava lá, sozinha, e não podíamos cuidar dela”. Prestes a completar 80 anos, meu pai ainda sofre com sua impotência diante da morte da filha. Seu bebê enterrado, debaixo da tempestade.
Conto tudo isso aqui porque acredito que, se minha família tivesse tido a chance de ser bem cuidada na sua perda e no seu luto, teríamos sido poupados de muita dor e desencontros. Ao fazer a reportagem, não pude deixar de pensar como nossa vida teria sido diferente se, num rasgo do tempo e do espaço, tivéssemos encontrado a pediatra Jussara Lima e Souza, da neonatologia do Caism, e a equipe dos cuidados paliativos.
Destinos são alterados para melhor quando uma equipe de hospital compreende que saúde é algo bem mais amplo do que tentar curar alguém de vírus, bactérias, tumores e doenças variadas. Infelizmente, a medicina nunca vai conseguir curar tudo. Médicos honestos sabem que se cura muito pouco ainda. Infelizmente, homens e mulheres, a cada ano, vão continuar perdendo bebês. Se, depois de todas as tentativas, não houver como salvá-los, é preciso compreender que, pelo menos, é possível salvar aquela família. Cuidando dela.
Conto esta história na esperança que, agora e no futuro, homens e mulheres possam ter a chance de ser compreendidos na enormidade da sua perda e fazer um luto que torne possível seguir a vida. Transformar a dor em algo ativo é parte da superação da perda. De certo modo, é o que tento fazer aqui. Escrevo para transformar. E sou transformada pelo que escrevo. Pego meu luto por tantos desencontros e o transformo em história contada, na esperança de dar a contribuição que me é possível para o início de uma mudança mais profunda do nosso olhar sobre a morte. E sobre a vida.”

Por Eliane Brum

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9 de maio de 2012


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